Blog prevê vitória de Ricardo Ramos e Dra. Gildevania em Ouricuri

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Após sua pesquisa, Charles Araújo prevê que o que determina o resultado eleitoral em Ouricuri é o “pragmatismo” dos eleitores. “A decisão, no final das contas, é sobre como o município foi governado, não sobre a campanha. A questão é se o candidato no poder merece mais 4 anos”, analisa.

São 4 candidatos oficializados para prefeito de Ouricuri nessas eleições 2020:

  • Ricardo Ramos (PSDB)
  • Júlio Macedo (PSTU)
  • Pedro do Pipa (PDT)
  • Vitor de Botinha (Solidariedade)

A coligação “Juntos somos mais fortes” do então candidato a prefeito Botinha, precisou colocar um plano B em ação, depois que ele perdeu o recurso que buscava reverter na justiça o indeferimento do registro de sua candidatura no TRE. Para continuar na disputa, a coligação lançou o nome do filho dele, Francisco Victor Ramos Coelho – o Victor de Botinha – também do Solidariedade. A mudança no cenário favoreceu ao prefeito Ricardo Ramos.

A falsa garantia de Lenarte Coelho (Botinha), de que ele seria ele o candidato a prefeito, torna duvidoso o seu compromisso com o povo de Ouricuri. “Botinha sabia que é constitucionalmente proibido que cunhado de prefeito dispute o cargo majoritário no mesmo município. Ou seja: Muitos eleitores se sentem lesados”, emenda.

Comparando as eleições 2016, tem outro fator favorável à Ramos em 2020: “são apenas 3 candidatos de oposição. Em 2016 foram 6. E entre os 3 atuais candidatos de oposição, apenas 1 tem expressão política no município. A disputa está entre o prefeito Ricardo Ramos e o filho de Botinha (Vítor), de apenas 23 anos”, lembra.

Resultado das eleições 2016

Ricardo Ramos teve 45% dos votos contra 23% de Botinha. Deixando Cezar de Preto (PSB) na terceira colocação, com 7.109 votos; Dr. Anderson (PTN) com 2.169 votos; Assis Júnior (PHS), 1.085 votos; Marcello Cavalcanti (PMDB), 447 votos; e Juarez Saraiva (PTB), 352 votos.

“A medida que o pleito eleitoral avança e a disputa se intensifica, há uma tradição da disputa de votos entre dois candidatos, onde os indecisos acolhem o que tem mais chance de vencer. Eu vejo uma tendência para a campanha seguir por um viés de adesão à candidatura mais sólida”, justifica.

“Com essa perspectiva, eu vejo Ricardo Ramos entrar para a história como o primeiro prefeito reeleito em Ouricuri. E sua reeleição não é consequência da campanha. O povo de Ouricuri reconhece que teria acertado se tivesse reeleito o atual gestor em 2012. A troca de Ricardo Ramos por Cezar de Preto foi aventureira e o povo perdeu com isso. Foi trocar o certo pelo duvidoso. A gestão do ex-prefeito Cezar foi uma pausa no avanço de Ouricuri, talvez porque o gestor não teve força política junto aos governos Federal e Estadual para fortalecer os investimentos na infraestrutura do município. Portanto, é previsível que a consciência dos ouricurienses decida quebrar o tabu de não reeleger prefeito na cidade de Ouricuri.
O cessar desse preconceito infundado desde a emancipação de Ouricuri, por mais de 117 anos, é consequência do trabalho que a gestão Ricardo Ramos (PSDB) e Dra. Gildevania Melo (PSD) realizaram nos últimos 4 anos; a única administração pública no país a ter uma meta de trabalho com a entrega de uma obra por semana”, completa Charles Araújo.

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