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Bairro Caramari sem Agente de Combate às Endemias; um grande risco à saúde pública

CHARLES ARAUJO | BLOG TV
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Moradores do bairro Caramari, em Santa Filomena-PE, reclamam do estado vulnerável que estão vivendo, diante da falta de visita aos imóveis, pelos Agentes de Combate às Endemias (ACEs), com práticas educativas, para conscientizar a população. Bem como medidas para eliminar os criadouros do mosquito Aedes Aegypti.

Segundo os mesmos, faz-se necessário o trabalho das equipes de saúde e a colaboração da população para manter o novo bairro da cidade limpo, evitando a proliferação de doenças, principalmente aquelas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Caramari fora da rota da Vigilância em Saúde

O bairro Caramari é um dos mais recentes de Santa Filomena e ainda está em fase de povoamento. Com muitas casas, a maioria delas separadas por terrenos baldios, alguns com materiais de construção armazenados. Sem visita de Agente de Combate às Endemias, as pessoas estão completamente vulneráveis ao risco de doenças transmissíveis, pelo Mosquito.

A Prefeitura de Santa Filomena, através da Secretaria Municipal de Saúde, deve reforçar os trabalhos de limpeza e, principalmente, conscientização, realizando frequentemente campanhas educativas e visitas domiciliares, por toda a cidade, e no caso, no bairro Caramari, através da  diretoria de Vigilância em Saúde. Entregar panfleto, fazer visita casa a casa, divulgar informações no rádio e nos blogs.

Fotos do Bairro


Saiba mais sobre o mosquito Aedes Aegypti 

Os mosquitos são vetores potenciais de diversas doenças e se reproduzem por meio da deposição de ovos em locais com água acumulada. Em função das características do ambiente urbano, a cidade dispõe de muitos depósitos que podem acumular água e se tornar criadouros de mosquitos, sejam eles naturais (valas, charcos e outros alagados) ou artificiais (caixas de passagem, fossas, fosso de elevadores, vaso sanitário, calhas, ralos, materiais descartáveis, pratos, vasos, pisos, lajes, marquises, bueiros, pneus, garrafas, etc).

Por isso, o monitoramento e controle desses insetos é uma atividade imprescindível para reduzir o risco da população adquirir doenças importantes ou sofrer com o incômodo das picadas e das atividades de repasto das fêmeas aladas (especialmente na hora de dormir).

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