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Paulo Câmara, o cobrador de impostos

O Governador de Pernambuco, Paulo Saraiva Câmara, embora tenha ingressado na política pela influência e confiança de um dos maiores governadores da história do Estado (saudoso Eduardo Campos), nos últimos 04 (quatro) anos e 08 (oito) meses, tem encarecido o custo de vida dos pernambucanos e causado verdadeiros desastres por falta de investimentos em todo o Estado. Conhecido no país pelas suas mais imorais e desumanas manobras acoitadas pela Assembléia Legislativa (Alepe), com apoio da maioria absoluta dos deputados estaduais.

Foto: Reprodução internet

As duas últimas “ações” de Paulo Câmara: autorizar a Arpe para aumentar em média 5,67% o gás da Companhia Pernambucana de Gás e enviar à Alepe o Projeto de lei nº 413/2019, para criar o Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos – CIRA, que tem como principal objetivo “maior efetividade, integração e compartilhamento de informações de inteligência, objetivando o aprimoramento dos mecanismos de proteção ao Erário e de combate aos crimes contra a ordem tributária”, (aumentar arrecadação de impostos do Estado).

Fica aqui a mensagem do povo pernambucano, principalmente dos sertanejos que não dispõem das necessárias ações do Governo, pelas quais pagamos muito ‘caro’: ESTAMOS DE OLHO NO COBRADOR DE IMPOSTOS E NESSES DEPUTADOS MORCEGOS DE PALÁCIO, QUE SACRIFICAM “SEU” POVO PARA DEFENDER O ATUAL DESGOVERNO!

Se Eduardo Campos estivesse vivo, estaria desolado diante do que está acontecendo com esse Estado em que verdadeiramente ele reconstruiu para depois entregar à um COBRADOR DE IMPOSTOS, que não é capaz de cuidar das estradas, reservatórios, segurança, saúde e tantas obras e ações necessárias como o Asfalto da PE-630 (que liga Trindade à Rajada), a reconstrução da PE-635 (que lida Dormentes a Afrânio), o pagamentos dos profissionais de saúde do Estado em dia, as obras que poderiam evitar enchentes, como foi o caso das chuvas de 24/07, que atingiram o Grande Recife e Zona da Mata causando 12 mortos após deslizamentos de barreiras.

POR CHARLES ARAUJO

CHARLES ARAUJO

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